quinta-feira, 26 de novembro de 2009

ISABEL PINTO LANÇA LIVRO “FAMÍLIA”

A fotógrafa Isabel Pinto lança amanhã o livro “Família”, editado pela 101 Noites.

Isabel Pinto é apaixonada por pessoas e passou 20 anos a fotografá-las, desde indivíduos anónimos à sua família, amigos e algumas figuras públicas. Este livro resulta da selecção das suas imagens favoritas sobre episódios em família, entre momentos espontâneos de cumplicidade ou retratos estudados. O prefácio é da autoria da jornalista e sua amiga Paula Moura Pinheiro.

Portuguesa de nacionalidade e africana de coração, Isabel Pinto viveu a sua infância em Moçambique, país que marcou para sempre o seu gosto por grandes espaços, luz vibrante e o lado luminoso da vida. Os seus temas preferidos são os retratos, moda, flores, cozinha, viagens e ambientes. Ao longo da sua carreira na área da fotografia, passou por revistas como Marie Claire, Máxima e Elle com editoriais de moda e retratos, e criou a imagem das marcas Lanidor, Petit Patapon e Papo d'Anjo. Fotografou para o mais recente livro de cozinha de Mafalda Pinto Leite e é autora de capas de disco de Mariza, Carminho, Aldina Duarte, Camané, António Pinho Vargas e Tereza Salgueiro.

“Não há formulações científicas, estritamente teóricas e racionais, que consigam uma real aproximação ao milagre da pele que respira, de uns olhos sorridentes ou marejados, de umas mãos calejadas, do abraço de uma mãe ao seu filho, da incrível vulnerabilidade de uma cria, humana ou animal. O mergulho por que tanto ansiava consegui-o através da lente da minha máquina fotográfica. Há 16 anos, larguei o conforto e a segurança da carreira de professora de liceu e investi tudo, investi-me toda, na fotografia. Hoje, muitos milhares de fotografias depois, revejo os rostos, os corpos, as árvores, os desertos, os mares, as construções do melhor da humanidade que captei em filme e verifico que é, ainda e sempre, o meu deslumbramento inicial que conduz o meu olhar”, afirma Isabel Pinto.

O livro “Família” estará nas livrarias amanhã, por 39.90 euros.

http://www.isabelpinto.com/

LOUIS VUITTON CELEBRA O NATAL

Dos artigos em pele aos acessórios e óculos de sol, dos relógios à joalharia, a Louis Vuitton dá cor e brilho ao Natal de 2009, apresentando uma série de ideias para presentes, desde os seus produtos mais emblemáticos às suas criações mais recentes.

As icónicas telas Monograma e Damier surgem em artigos variados, incluindo as malas Stresa e Speedy, a nova linha Totally Monogram e as práticas carteiras “Modulo” com a tela Damier Graphite, que é já um ícone da Louis Vuitton.

Numa luxuosa pele “Epi”, as novas malas “Epi Electric” são um exemplo de elegância discreta, realçando a pele canelada com o seu novo aspecto brilhante e as suas novas formas.

O Natal será mais colorido com as carteiras “Flocons” em tons de prata, pérola ou azul, que combinam na perfeição com as malas Wilshire e Melrose em Monogram Vernis.

As intemporais colecções de relógios conciliam criação com know-how. O novo Tambour in Black GMT, um relógio masculino, táctil e técnico, e o Tambour Forever Diamonds, um relógio feminino e elegante com a bracelete em pele azul escura, são exemplos disso.

A variada colecção de agendas constitui também uma ideia original e criativa para presente.

A Louis Vuitton apresenta, assim, um mundo de surpreendentes e desejáveis surpresas.

JEREMY SCOTT INOVA COM A PLIAGE “BONES”



Jeremy Scott voltou a colaborar com a marca francesa Longchamp na concepção de uma nova it bag: a Pliage “Bones”.

O designer recriou a icónica bolsa Pliage, decorando-a com uma estampagem neo-pré histórica inspirada nos "Flintstones”, o tema da colecção de pronto-a-vestir Primavera/Verão 2010, apresentada em Londres. Imagine pequenos ossos brancos a entrar e sair de forma divertida de uma mala de lona em tons rosa pastilha. Esta é a nova Pliage “Bones”, de edição limitada, que estará disponível nas lojas da Longchamp, a partir do próximo dia 15 de Dezembro.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

MIGUEL VIEIRA LANÇA COLECÇÃO DE MOBILIÁRIO

Miguel Vieira, um grande apaixonado pela área de mobiliário, acaba de lançar a nova linha Miguel Vieira Casa. O designer de moda tem vindo a dedicar-se a diversos projectos paralelos à moda e a decoração surge, agora, como o desafio ideal no seu percurso.

Este novo projecto surgiu na sequência de uma parceria do atelier Miguel Vieira com uma empresa de mobiliário portuguesa, algo que estava há vários anos nos horizontes do designer e que resultou numa “colecção criada a pensar no meu tipo de casa ideal. Uma colecção que consegue mobilar todas as divisões de uma casa, onde a palavra de ordem é o design”, explica Miguel Vieira. “À semelhança da importância que tenho dado às minhas criações de “alfaiataria”, nomeadamente no que diz respeito ao interior dos fatos, esta linha mantém o factor surpresa de igual forma. Ao interior de cada peça de mobiliário é dada uma importância grandiosa. Os acabamentos revelam uma minúcia e um detalhe surpreendentes”.

“O conceito que orientou a criação da colecção foi o encontro da sintonia perfeita entre um design de perfil contemporâneo e o intimismo, a elegância e a liberdade que permitem criar um ambiente moderno mas também confortável e requintado. São exploradas diversas facetas de estilo que permitem criar peças sofisticadas e cheias de personalidade. Para além da perspectiva utilitária, cada peça expressa um valor próprio, semelhante à personalidade humana”.

A colecção Miguel Vieira Casa apresenta peças de mobiliário que privilegiam o design e a durabilidade, apostando em madeiras exóticas (ébano e nogueira americana) e acabamentos luxuosos (lacados, talha de ouro e tecidos jacquard desenvolvidos em atelier). Os formatos são pouco convencionais - há peças cuja estrutura clássica foi totalmente subvertida - e as proporções, as formas e as volumetrias são continuamente depuradas. Branco puro e cerâmica, champanhe, bege, pérola, amarelo, verde, amora silvestre, violeta, rosa e preto são as cores predominantes.

“Trata-se de um projecto que me apaixona bastante pois une ousadia e equilíbrio. Sinto que criei peças que emanam charme e sofisticação em todos os detalhes, e cujas influências são ao mesmo tempo contemporâneas e clássicas”, conclui Miguel Vieira.

FIGURAS INVISÍVEIS

Jinyoung Yu é um jovem escultor coreano, que cria bonecos em vidro. Um dos seus projectos principais apresenta figuras que ocultam os seus tormentos com máscaras ou sobre fundos de flores. “A family in disguise” tem como tema central o papel do indivíduo na sociedade, começando pela família. Com esta série, Jinyoung Yu procura camuflar os sentimentos dos vários elementos de uma família, escondendo o seu verdadeiro estado emocional para aparentar o que usualmente seria “natural”.

Jinyoung Yu retrata a realidade e ilusões de uma família num espaço extremamente exíguo chamado casa. A família quer fechar os olhos a todas as discordâncias e recusa exposições ao mundo exterior. Para ocultar as tristezas da família, o artista usa um colorido padrão floral na parede, nas roupas e nas sombras. As flores podem parecer decorações para dar as boas vindas aos convidados, mas a verdadeira intenção do artista é que funcionem como ferramentas de disfarce, mais do que elementos decorativos.







segunda-feira, 23 de novembro de 2009

CHANEL EM XANGAI

Na próxima quarta-feira, 25 de Novembro, a casa Chanel inaugura uma nova loja em Xangai. A China tornou-se um mercado-chave para a indústria da moda de luxo, e Karl Lagerfeld quer que a abertura desta loja seja realmente especial, pelo que criou uma colecção exclusiva para o novo espaço.

A nova linha será apresentada em Xangai no próximo dia 3 de Dezembro e inclui as peças mais emblemáticas da marca, desde as clássicas malas acolchoadas em musselina de seda aos icónicos casacos em tweed, na cor da bandeira chinesa: vermelho. A colecção de senhora inclui também estolas estampadas em musselina de seda. Para homem, existem calças em cetim e blazers em lã com gola Mao, num total tributo à cultura chinesa.

Para mostrar o processo criativo desta nova colecção, a casa Chanel criou uma série de vídeos, que mostram não só os desenhos, mas todo o trabalho de elaboração das peças, e convida-nos a entrar nos ateliers de bordados Lesage e de plumas Lemarié, assim como na casa de chapéus Michel, Desrues, Massaro. Abaixo os quatro primeiros episódios de um total de treze.










CALENDÁRIO PIRELLI 2010 POR TERRY RICHARDSON

O Calendário Pirelli 2010 tem como tema o Brasil e como fotógrafo convidado Terry Richardson, o famoso “enfant terrible” conhecido pela sua visão humorada, trágica, muitas vezes bela, sempre provocante e por vezes chocante.

Nas 30 imagens alusivas aos meses de 2010, Terry Richardson retrata um regresso a um Eros puro e divertido para troçar das convenções. Através da sua lente, persegue fantasias e provocações, mas com uma simplicidade que modela e captura o lado mais claro e brilhante da feminilidade. Retrata uma mulher natural, que joga com estereótipos para os desfazer e que faz da ironia o único véu com que se cobre. É um regresso às atmosferas naturais e autênticas dos anos 1960 e 1970 e uma homenagem às primeiras edições do calendário, fotografadas por Robert Freeman (1964), Brian Duffy (1965) e Harry Peccinotti (1968 e 1969).

Terry Richardson, tal como os seus antecessores, optou por fotografias simples, sem retoques, onde a naturalidade prevalece sobre a técnica e se torna a chave para remover os excessos que estão tão em voga hoje em dia. Richardson retrata figuras sem artifícios, removidas de contextos complicados e artificiais impostos pelas tendências da moda. O cenário não contém fundos grandiosos ou encenações, seguindo a linha de simplicidade do fotógrafo e o seu foco no essencial. “Um grande fotógrafo,” diz Richardson, “captura o momento – é por isso que eu fotografo sem equipamento extra e sem assistentes.”

“A minha técnica é a ausência de técnica: a lente é o meu olho, o meu carisma, a minha capacidade de capturar momentos de verdade, sejam eles quais forem, ângulos de imagem, uso da cor, luz, cenário – esses sempre foram os aspectos essenciais da minha arte fotográfica.”

Onze modelos aparecem na 37ª edição do Calendário Pirelli: Catherine McNeil, Abbey Lee Kershaw e Miranda Kerr da Austrália, Eniko Mihalik da Hungria, Marloes Horst da Holanda, Lily Cole, Daisy Lowe, e Rosie Huntingdon do Reino Unido, Georgina Stojilijtoric da Sérvia e duas naturais do Brasil, Gracie Carvalho e Ana Beatriz Barros.

Seja qual for o meio que utiliza, Terry Richardson continua a provar que é um verdadeiro American Original.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

5 ESTRELAS

O fotógrafo Mike Sergeant desafiou 50 figuras públicas portuguesas de 5 áreas distintas - Moda, Música, Desporto, Televisão e Teatro - a personificar a profissão com a qual sonhavam em criança e o resultado final é agora apresentado no Casino Estoril, na exposição “5 Estrelas”. As fotografias estão ainda compiladas num livro, com o mesmo nome da mostra, cujas receitas das vendas reverterão na totalidade para a Operação Nariz Vermelho, a instituição particular de solidariedade social, cujo principal objectivo é assegurar o programa de intervenção nos hospitais pediátricos, através da visita de Palhaços Profissionais.

O livro foi apresentado no passado dia 16 de Novembro, pelo fotojornalista Rui Ochôa, que assinou, também, o prefácio da obra. A ideia deste projecto partiu da curiosidade do autor em saber qual seria o sonho de criança de cada uma das figuras públicas. “É engraçado pensar o que elas poderiam ser hoje… Foi muito curioso fotografar os sonhos de criança de cada uma delas”, afirma Mike Sergeant.

“5 Estrelas” conta com a parceria da Massimo Dutti, que se associou ao projecto e tem o livro à venda em exclusivo nas suas lojas.

Trata-se de um excelente presente de Natal, que não só fará feliz quem o receber como muitas das crianças apoiadas pelo pela Operação Nariz Vermelho.



50 ESTRELAS QUE POSARAM PARA MIKE SERGEANT:

MODA: Anna Westerlund, Diana Pereira, Elsa Barreto, Fátima Lopes, Henrique Feller, José António Tenente, Nayma, Pedro Guedes, Ricardo Guedes, Rodrigo Soares.

MÚSICA: Rui Veloso, Ana Moura, PacMan, André Sardet, Paulo de Carvalho, Jorge Palma, Camané, Zé Pedro, Tiago Bettencourt e João Pedro Pais.

DESPORTO: Marco Caneira, Madjer, António Aguilar, Tiago Monteiro, Carlos Sousa, Francis Obikwelu, Telma Monteiro, Pedro Couceiro, Hélder Postiga e Gustavo Lima.

TELEVISÃO: Fátima Lopes, Maria João Ruela, Iva Domingues, Marta Leite Castro, José Figueiras, Merche Romero, Pedro Miguel Ramos, Andreia Vale, Susana Bento Ramos e Luísa Castel Branco.

TEATRO: Ruy de Carvalho, Pedro Granger, Virgílio Castelo, Nuno Janeiro, Cláudia Vieira, Pedro Lima, Pedro Górgia, Simone de Oliveira, Inês Castel Branco e São José Correia.

SEJA UM DOS PROTAGONISTAS DO FILME DIESEL

Se sempre sonhou ser uma estrela de cinema, agora poderá ter uma oportunidade única de concretizar esse sonho.

A marca DIESEL está a gravar o filme "Diesel The Movie" em frente aos seus pontos de venda, e convida os seus fãs a tornarem-se nos protagonistas desse filme, que será inspirado na campanha de publicidade Outono-Inverno 2009, fotografada por Jason Norito e com styling de Avena Gallagher.

Para descobrir as múltiplas surpresas que a famosa marca italiana preparou para si e ter a possibilidade de fazer parte do "Diesel the Movie", basta aparecer na Diesel Store mais próxima. As datas de rodagem já estão fechadas: 19 de Novembro na loja de Lisboa e 20 de Novembro na loja do Porto. As gravações realizar-se-ão apenas nos dias indicados em cada cidade, das 17h00 às 19h00.

Não perca esta nova aventura da Diesel!


DIESEL STORE LISBOA - 19 Novembro
Praça Luís de Camões, 30
Tel: 21 342 19 80

DIESEL STORE PORTO - 20 Novembro
Avenida da Boavista . 1767 - 1837 . Loja 1-2
Tel: 22 600 97 01

www.diesel.com

terça-feira, 17 de novembro de 2009

AMOR PERFEITO – O PRIMEIRO PERFUME DE JOSÉ ANTÓNIO TENENTE

José António Tenente lançou ontem no MUDE (Museu do Design e da Moda), em Lisboa, o seu primeiro perfume de senhora, AMOR PERFEITO, um aroma doce e sensual que traduz a essência da sua marca.

O lançamento de Amor Perfeito assinala a entrada de José António Tenente no mundo da perfumaria e coincide com o 23º aniversário da sua marca, uma coincidência feliz e importante para o designer.

José António Tenente considera que a fragrância representa o mesmo que a sua marca de moda e explica como chegou ao nome Amor Perfeito. “O nome surgiu de um brainstorming sobre o que identifica a marca José António Tenente e a forma como o público a vê e a caracteriza. O romântico é incontornável e a partir daí surgiram várias ideias. A conjugação com o amor foi uma inevitabilidade e daí surgiu o nome Amor Perfeito. Além disso, gosto muito de brincar com nomes que têm duplo sentido: amor-perfeito é uma flor e amor-perfeito tem o sentido mais universal que lhe podemos dar. Também achei que vender “Amor perfeito” em frasquinhos poderia ser uma brincadeira engraçada”, afirma divertido.

O resultado deste trabalho intenso e apaixonado, que contou com a interacção permanente entre José António Tenente, a empresa 100ML que assegura a comercialização e distribuição, e a I-Sensis que criou e materializou em “essência” as ideias do designer, é um aroma doce, sedutor, romântico e envolvente, que “abre com alguns cítricos e evolui para aromas mais doces como o chocolate. Depois tem um fundo de âmbar e couro, que são componentes mais comuns em perfumes de homem e foram utilizados precisamente para fazer um paralelo com o aroma masculino. Não são um duo mas têm uma base comum”.

José António Tenente revela, assim, que já está a trabalhar num perfume masculino, cujo lançamento está previsto o dia dos namorados, em Fevereiro de 2010.


AMOR PERFEITO – SENHORA

Topo – bergamota; flor de laranjeira
Coração – amor-perfeito; violeta; jasmim; frutos vermelhos; orquídea tropical
Fundo – âmbar; couro; almíscar; cedro; chocolate

Não deixe de experimentar!


IMAGEM CAMPANHA:
Fotógrafo - Carlos Ramos
Manequim - Ana Isabel

THE VELVET UNDERGROUND EM LIVRO

O novo livro "The Velvet Underground: New York Art", de Johan Kugelberg, apresenta, pela primeira vez, documentos raros sobre os primeiros anos do grupo de art rock norte-americano formado em 1964, que na altura foi nomeado pela revista Time Out como a mais importante banda nova-iorquina de todos os tempos. Desde fotos nunca antes publicadas da primeira performance ao vivo do grupo a capas de álbuns e posters de Andy Warhol, passando por textos e pautas de música manuscritas por Lou Reed, clippings de imprensa, flyers, posters, e uma conversa gravada entre os membros fundadores Lou Reed e Maureen Tucker, este livro profusamente ilustrado, publicado pela Rizzoli, é o primeiro a apresentar uma imagem completa da génese e do desenvolvimento da banda na cidade de Nova Iorque em meados da década de 1960.

The Velvet Underground está entre os grupos de vanguarda nova-iorquinos que preencheram o vazio existente entre as artes populares e o movimento artístico do século XX. Com Andy Warhol na direcção, a banda contextualizou a arte dos anos 60 com uma mistura única de experimentação sonora, performance artística e sensibilidade pop. Com uma montagem surpreendente de obras de arte e objectos raros que documentam os anos de formação da banda, "The Velvet Underground: New York Art" não é apenas um testamento de uma das maiores bandas rock de Nova Iorque, mas também um documento visual de como a música pode influenciar a história da arte e vice-versa.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

TREND UNION APRESENTA TENDÊNCIAS VERÃO 2011 NO PORTO

Há quem lhe chame o "Oráculo da Moda". Holandesa de nascimento e parisiense por adopção, Li Edelkoort é a pioneira na profissão de Trend Forecasting e considerada uma das pessoas mais influentes no mundo dos Têxteis, da Moda e do Design. Criadora e directora de um gabinete que há vários anos fornece informação de tendências a empresas dentro de um vasto leque de sectores, Li Edelkoort anuncia as cores e os materiais que irão estar na moda com um avanço de dois ou mais anos porque, “não existe criação sem um conhecimento avançado e, sem design, um produto não pode existir.”

A Trend Union é o grupo de empresas criadas por Li Edelkoort e cuja principal actividade é o Trend Forecasting, Strategic Consulting e Edição de Publicações. Duas vezes por ano, Li Edelkoort cria uma apresentação audiovisual que mostra de uma forma clara e inspiradora as tendências correspondentes ao livro de tendências gerais, que expressa as 4 maiores tendências do mercado com dois anos de antecedência. Estes livros são ilustrados com material tão diverso como fotos, amostras de tecidos, fios e fibras, recortes de jornal, objectos fetiche (desde ursinhos de peluche a ‘gadgets’), de modo a sugerir uma tendência. A Trend Union publica também livros de tendências em diversas áreas específicas: Cor, Formas e detalhes, Homem, Beleza, Padrões, Tecidos, Arquitectura e Estilos de vida.

Na próxima sexta-feira, dia 20 de Novembro, Gert Van de Keuken e Daniela Pais, da Trend Union, estarão de visita ao Porto, para apresentar o seminário de tendências "Resources". Entre as 15h00 e as 18h00, na galeria da loja Wrong Weather, serão apresentadas as tendências gerais para o Verão 2011, assim como as tendências de cores, tecidos, formas e lifestyle.

Gert Van de Keuken colabora com a Trend Union há mais de 15 anos, pesquisando e descodificando tendências para todas as indústrias e conduzindo análises a longo prazo de estilos de vida para marcas de liderança mundial. Sem descurar a realidade económica, Van de Kleuken orienta profissionais na interpretação da evolução da sociedade e do florescimento de sinais do futuro gosto dos consumidores. Possui especialização e experiência na pesquisa e previsão de tendências em fibras, têxteis e moda, assim como em estilos de vida, atitudes dos consumidores, design, arquitectura, identidade, posicionamento e estratégia de marcas. "Um pouco como um arqueólogo do futuro, captamos um pouco de tudo, num livro, num filme, num avião, à beira mar, pedaços do nosso tempo. Esta acumulação de objectos, de sensações, de emoções, de sentimentos, que juntos fazem sentido, permitem-nos desenhar as tendências de estilo de vida que podemos depois descodificar”, afirma Gert Van de Keuken.

www.trendunion.com


SEMINÁRIO “RESOURCES” Primavera / Verão 2011

20 Novembro 2009

15h-18h

WRONG WEATHER
Av. Da Boavista, 754
4100-111 Porto

DIANE VON FURSTENBERG HOMENAGEADA EM MOSCOVO

Diane Von Furstenberg casou-se com um príncipe, recebeu o título de Princesa, mas deixou o castelo para se transformar num mito de moda. A designer belga naturalizada norte-americana, autora do famoso wrap-dress, é considerada umas das mais importantes criadoras de moda da década de 1970 e é agora homenageada na exposição «L'Itinéraire d'une robe», que está patente no Musée du Manège, em Moscovo até ao próximo dia 22 de Novembro.

«L'Itinéraire d'une robe» redescobre a história do famoso wrap-dress e da sua criadora através de uma selecção de 140 modelos dos anos 1970 aos nossos dias, dos quais 40 provêm dos arquivos pessoais de Diane Von Furstenberg. Uma galeria de fotografias de Annie Leibovitz, Helmut Newton ou Terry Richardson, e o famoso retrato que Andy Warhol fez da criadora complementam a retrospectiva.


“Quero que as mulheres se sintam poderosas e atraentes. Se você é confiante, é bonita”, afirmou Diane, 61 anos, que se converteu em ícone de moda na década de 70, quando criou os famosos vestidos-envelope (wrap-dresses), que se tornaram uma febre nos Estados Unidos ao simbolizar a libertação feminina.

Diane escolheu a cidade de Nova Iorque para viver. Instalou-se num prédio inteiro no Meat Packing District, onde passou a funcionar a sua grife DFV. Depois de vender 5 milhões de wrap-dresses por semana e de ser capa do Wall Street Journal e da Newsweek, decidiu suspender o seu negócio devido a um processo de expansão mal planeado. Na década de 80, mudou-se para Paris e entrou para o ramo editorial. Só voltou ao mundo da moda em 1997. “Tenho muito orgulho do que fiz ainda muito jovem. Criei uma marca, mas perdi-a. Agora, voltei ao negócio com muito mais experiência”, relatou. Em 1998, publicou as suas memórias, "DIANE: A Signature Life". Em 2005, o Council of Fashion Designers of America (CFDA) distinguiu-a com o prémio carreira e em 2006 nomeou-a sua presidente.

Diane viaja pelo mundo em busca de inspiração. “Gosto de criar em cima da minha própria vida. Viajo muito, observo bastante e as minhas criações acabam por surgir desta aprendizagem”, afirma a designer.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

TAP APRESENTA “WHAT’S UP”

A Tap Portugal comemora o 2º aniversário da sua revista de bordo, UP - Ouse sonhar mais alto, com a realização de uma exposição no MUDE - Museu do Design e da Moda, em Lisboa, intitulada “What’s Up”.

“What’s Up” inaugura amanhã, 14 de Novembro, pelas 19 horas, e mostra as peças de Dino Alves, Rita Ruivo, Projecto Axé, Lidija Kolovrat, Storytailors, Filipe Faísca e Valentim Quaresma, criadas especialmente para as capas da UP.

MUDE - Museu do Design e da Moda
R. Augusta, 24
1100-053 Lisboa

AS GRANDIOSAS ESCULTURAS DE ROBERT BRADFORD

O que é que faz quando os seus filhos, sobrinhos ou afilhados lhe deixam caixas repletas de brinquedos velhos de que já não gostam? Pode doá-los, deitá-los fora ou fazer algo criativo com eles.

Robert Bradfort, um artista e psicoterapeuta londrino, optou pela terceira hipótese quando os seus dois filhos lhe deixaram uma série de brinquedos usados que já não queriam. Um dia, quando olhava fixamente para eles, Bradford começou a considerar que poderiam fazer parte de algo maior, como esculturas.

O primeiro resultado dessa ideia, e que deu início à sua carreira como artista em 2002, foi um cão alsaciano. Desde então, Robert Bradford usa milhares de peças de plástico, legos, pentes, botões, pincéis, molas da roupa, brinquedos usados ou destruídos para criar esculturas verdadeiramente incríveis. O plástico é o material dominante nas suas obras. Bradford diz que gosta da ideia de que as peças de plástico têm uma história, um passado desconhecido, e que cada uma delas representa um ponto no tempo. Reciclagem não é a sua principal preocupação, mas algumas das suas esculturas chegam a conter mais de 3.000 brinquedos usados.

Os preços destas grandiosas obras ascendem às 12.000 libras.

Mais informações sobre o trabalho do artista em http://www.robertbradford.co.uk/

UMA CURIOSA COLECÇÃO DE SAPATOS

Vestíveis ou comestíveis? Os irmãos gémeos e designers R&E Praspaliauskas criaram uma colecção de sapatos num material verdadeiramente inesperado: pão. Pães de diferentes tamanhos e variedades são cozidos no forno e “esculpidos” com a forma de confortáveis chinelos.

A colecção chama-se “Bread Shoes”, inclui vários designs, incluindo de criança, e está à venda na e-shop Dadada. Cada par é único e vem numa caixa de sapatos reciclada.

O que fazer com estas curiosas peças? R&E Praspaliauskas deixam uma sugestão: “Put some romance in your “loaf” life!”

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

MIGUEL RIOS DESIGN GALARDOADO COM O PRÉMIO NACIONAL DE DESIGN – SENA DA SILVA

O Projecto System, desenvolvido e editado pelo gabinete Miguel Rios Design, e que engloba as malas kit de montagem System 2k07 e System (re)Active, foi distinguido com o Prémio Nacional de Design – Sena da Silva 2009, na categoria moda/têxtil.

Os Prémios Nacionais de Design são organizados pelo Centro Português de Design, com o apoio da Caixa Geral de Depósitos, e o alto patrocínio da Presidência da República, premiando e promovendo a excelência no design enquanto contributo para a inovação, competitividade e desenvolvimento económico. Este ano, o júri contou com o designer Henrique Cayatte e a designer Beatriz Vidal, presidente e vice-presidente do Centro Português de Design, respectivamente; a Dr.ª Suzana Ferreira em representação da Caixa Geral de Depósitos; o designer Nuno Sá Leal da Associação Portuguesa de Designers; a Dr.ª Bárbara Coutinho, presidente do MUDE – Museu do Design e da Moda; e os designers especialistas nas diversas áreas: Ana Campos, Eduarda Abbondanza, Eduardo Afonso Dias, Francisco Providência e Filipe Alarcão.

MILES ALDRIDGE NA COLETTE, PARIS

A concept store parisiense Colette apresenta, até ao próximo dia 5 de Dezembro, a primeira exposição de Miles Aldridge em França. Em exibição estão alguns dos trabalhos mais notáveis do famoso fotógrafo britânico, assim como os seus sketch books. Na próxima quinta-feira, 19 de Novembro, a Colette receberá Miles Aldridge para uma sessão de autógrafos do seu mais recente livro, “Miles Aldridge: Pictures for Photographs” (Edições Steidl), que reúne algumas das suas fotografias mais marcantes para revistas como Vogue Itália e Numero.

As imagens de Miles Aldridge representam um mundo brilhante e vibrante com modelos ultra elegantes e cores ácidas, numa fusão entre o belo e o surreal. Aldridge destaca-se na área da fotografia figurativa, pelas composições luminosas e situações misteriosas que cria, que derivam do trabalho de grandes fotógrafos como Horst P. Horts, Irving Penn e Richard Avedon. A expressão cinemática marca a sua obra, sendo o seu estilo erótico e fantasioso muitas vezes comparado ao trabalho de Bergman, Dali, David Lynch, Hitchcock e Godard, entre outros.

“Se o mundo fosse bonito o suficiente, eu fotografaria no local o tempo todo. Mas o mundo não foi desenhado tendo a estética como uma prioridade. Então, prefiro reconstruí-lo em vez de fotografar o real. O que eu estou a tentar fazer é pegar em algo da vida real e reconstruí-lo de uma forma cinematográfica”, afirma Aldridge. E continua: “É por isso que uma hora e meia de um filme de Antonioni é muito mais interessante para mim do que uma hora e meia de vida real. Porque é emoção condensada, cor condensada, luz condensada…”

Miles Aldridge (1964-.) vive e trabalha em Londres. Formado em fotografia pela Central Saint Martins, iniciou-se na fotografia de moda em 1995 e em poucos anos trabalhou para revistas tão prestigiadas como Vogue Italia, Numero, New York Times Magazine, V, W, e The Face e para criadores como Paul Smith, YSL e Giorgio Armani. O seu trabalho tem sido exposto internacionalmente em exposições individuais e colectivas, e algumas das suas obras fazem parte de importantes colecções privadas e públicas.

“Quando o termo pós-modernismo parece estar bastante enfraquecido, Aldridge dá-lhe um novo impulso, trabalhando a linha de contradição com rigor e energia. Aldridge percebe que no mundo pós-surrealista, o mundo onde o surrealismo é realidade, não existe uma demarcação rigorosa entre sonho e realidade, arte e comércio, arte e moda, secular e religioso, masculino e feminino, passado e presente, eu e tu. É, como gostamos de dizer actualmente, o que é. É o que é”. - Glenn O'Brien